Nuno Sousa Vieira

Artista visual, Professor Auxiliar na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Investigador Integrado do Núcleo de Pintura do CIEBA.

A exposição com que considera marcar o seu percurso artístico aconteceu em 2005 no Centro de Artes Visuais em Coimbra, desde então tem exposto regularmente, destacando-se: Uma vida inteira, Banco das Artes, Leiria; Oculto, Travessa da Ermida, Lisboa, 2021; Linha Funda, Fundação Carmona e Costa, Lisboa, 2020, Me, my self and the other, Galeria 3+1, Lisboa, 2019; Duble / Duble, SE8 Gallery, Londres, 2018; Nasci num dia curto de inverno, Fundação Portuguesa das Comunicações; From Darkeness To Light, Galeria Graça Brandão, Lisboa, 2015; Ouvi dizer que o lugar mais escuro é sempre debaixo da luz, Kunsthalle São Paulo, São Paulo, Brasil, 2014; Wall Stop for This, Appleton Square, Lisboa, 2012; Somos nós que mudamos quando tomamos efetivamente conhecimento do outro, Pavilhão Branco - Museu da Cidade de Lisboa, Lisboa, 2011.

As suas mais recentes exposições aconteceram Brasil, nomeadamente: Um entre nós, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, 2022, Tenho a vista cansada, Galeria Mul.ti.plo, Rio de Janeiro, 2022, em Águeda, a exposição intitulada Amanhã é muito tempo, integrada no ciclo de exposições Desenho Como Pensamento e em Tomar, na Galeria do Centro de Arte e Imagem do IPT, com o título Pelo que não se vê.

Em fevereiro de 2023 participou na residência artística da Josef and Anni Albers Foundation, Thread, Senegal.

O seu trabalho está representado em diversas coleções: PINTA – Latin America, CAV (Centro de Artes Visuais), Teixeira de Freitas, PLMJ, António Cachola, Câmara Municipal de Leiria, José Caballero (Madrid), Paulo Pimenta, Coleção José Lima, Coleção António Albertino, Fernando Ribeiro, José Carlos Santana Pinto, Regina Pinho de Almeida (São Paulo), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), CAPC (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra), Fundação Calouste Gulbenkian, Coleção do Estado, Itaú Cultural (Brasil), Luiz Montenegro (Brasil).

 

Exposição «Pelo que não se vê»

O artista, docente e investigador em arte contemporânea, desenvolveu em parceria com a curadora da exposição, o projeto expositivo Pelo que não se vê para a galeria CAI, do IPT, pensado como se de uma câmara fotográfica e do seu uso se tratasse. Com as obras nele reunidas, o artista foca diversas tomadas de vista e, ora abrindo, ora reduzindo o campo e a amplitude do visado, evoca a possibilidade de sonhar para ver melhor, para produzir imagens próximas de cada um de nós, a partir de elementos e experiências que constituem partes da nossa vida diária. Na exposição, as fronteiras entre os domínios do fazer e do saber são ultrapassadas para, nas margens, se atingirem novos caminhos.

 

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